Curiosidades

Vocês sabiam que o tamanho do Universo é de 78 BILHÕES de ANOS - LUZ ?

Pois é pode acreditar, pequeno não?

 

 Quem aí sabe quais são as 25 maravilhas do Universo? Eu sei! Confira agora:

Planeta Marte;

Planeta Júpiter;

Planeta Saturno;

Europa ( Satélite natural de Júpiter);

Cometa McNaught;

Nebulosa Cabeça de cavalo ( B 33);

Nebulosa Órion (M 42);

Nebulosa da Águia (IC 4703);

Nebulosa Carina (NGC 3372);

Nebulosa planetária Hélice (NGC 7293);

Nebulosa planetária Olho de gato (NGC6543);

Nebulosa Formiga (MZ 3);

Nebulosa planetária Esquimó (NGC 2392);

Nebulosa planetária Twin Jet ( M2-9);

Nebulosa planetária Ampulheta (MyCn 18);

Nebulosa Carangueijo ( M1);

Aglomerado estelar Plêiades ( M 45);

Aglomerado estelar Omega Centauri ( NGC 5139);

Aglomerado estelar 47 Tucanae ( NGC 104);

Galáxia Andrômeda (M 31);

Colisão de galáxias Atenas ( NGC 4038 & 4039);

Galáxia Redemoinho ( NGC 5194 & 5195);

Galáxia Cata-vento (M 101);

Galáxia do Sombrero ( M 104);

E claro, o nosso Planeta Terra.

 

 

Alguém já ouviu falar em exoplaneta? 

Confira agora:

 

 

 

O próprio nome "exoplaneta" é uma abreviação para planeta extrasolar, ou seja, um planeta localizado fora do nosso sistema Solar, que orbita outra estrela e não o Sol. Eles podem ser enormes gigantes gasosos com 60 vezes a massa de Júpiter que engolem estrelas em sua órbita frenética ou então rochosas "Super Terras" muito mais massivas do que o nosso humilde planeta.

Astrônomos teorizavam que os planetas sempre orbitam uma estrela, mas foi só em 1990 que os cientistas detectaram exoplanetas. Hoje, conhecemos 464 exoplanetas – a distância deles para a Terra varia entre 20 anos luz e 1000 anos luz.

Para nós encontrar outros planetas fora do sistema solar é importante para descobrir se algum deles tem condição de abrigar vida e, também, para entender a formação do universo. Até agora não descobrimos nenhum que abrigue vida, mas estima-se que existam bilhões de exoplanetas fora da nossa galáxia.

Mas detectar exoplanetas não é fácil. Como eles não emitem luz, como estrelas, apenas refletem a luz que recebem de outros astros, ficando meio "escuros" perto do cenário espacial. O método mais usado para descobri-los e observando o movimento de estrelas que funcionam como o nosso Sol para eles.

A maior parte dos exoplanetas descobertos até hoje é parecida com Júpiter – enormes e com atmosferas quentes e gasosas, mas com órbitas curtas ao redor de suas estrelas (o ano deles dura o equivalente a dias para nós).

A Nasa, atualmente, possui um programa chamado Terrestrial Planet Finder, que pretende encontrar exoplanetas parecidos com a Terra.

 

 

 

 

Conheça o diamante de 10 bilhões de trilhões de quilates

 

 

Você já viu algum diamante que parecesse uma estrela? E uma estrela que é um diamante? Pois saiba que astrônomos descobriram, brilhando no céu, uma estrela de 10 bilhões de trilhões de quilates.
 
O diamante cósmico é um pedregulho de carbono cristalizado (diamante) de 4mil quilômetros de diâmetro e localiza-se a 50 anos luz de distância da Terra, na constelação de Centauro. Ele é, na prática, o centro comprimido de uma velha estrela que, em algum dia remoto, foi como o nosso Sol. Mas desde que a energia da estrela acabou ela foi se comprimindo e acabou virando esse enorme diamante.
Ela pode ser conhecida como uma “anã branca” cristalizada, que é como os astrônomos chamam as sobras do centro de uma estrela que morreu. Como esses interiores são feitos de carbono, os cientistas já suspeitavam que eles pudessem se cristalizar na forma de diamantes, mas provar isso só se tornou possível recentemente. Os astrônomos a batizaram de “Lucy”, em homenagem à música dos Beatles “Lucy in the sky with diamonds”. E Lucy não só brilha intensamente como também vibra, como um enorme gongo. Foi estudando essas vibrações que os astrônomos puderam verificar como é feito o seu interior.
Para medir corretamente os quilates do diamante e seu valor astrônomos dizem que precisaríamos de uma lupa de joalheiro do tamanho do Sol.
Não é preciso nem ser um astrônomo ou um especialista em jóias para saber que Lucy deixa o maior diamante da Terra no chinelo – o Golden Jubilee (Jubileu dourado), o recordista atual, tem 546 quilates.
O nosso Sol, algum dia, pode se tornar algo parecido. Estima-se que ele irá virar uma anã branca daqui a 5 bilhões de anos. Dois bilhões de anos depois disso, ele será cristalizado e também deixará um enorme diamante cósmico no céu.

 

Sagitário: olhe o céu em direção ao centro da Via Láctea

 

Quando olhamos à vista desarmada na direção da constelação de Sagitário, pouca coisa se vê. São estrelas e mais estrelas que se multiplicam à medida que binóculos e telescópios mais potentes são empregados. Entretanto, é ao redor desse ponto que nossa Galáxia gira. Quando olhamos para Sagitário estamos observando diretamente o centro da Via Láctea.

 

Furacao Ike

 

Estima-se que aproximadamente 200 bilhões de estrelas façam parte desse sistema. Com massa estimada em quase dois trilhões de massas solares, nossa Galáxia tem entre 13.5 e 13.8 bilhões de anos e seu centro está localizado a aproximadamente 30 mil anos-luz de distância da Terra.

O centro galáctico é um lugar bastante tumultuado. Observá-lo através da luz visível não é uma tarefa fácil já que a poeira cósmica obscurece praticamente toda a luz emitida, mas quando sondado no comprimento de onda do infravermelho milhões de estrelas podem ser vistas.

A imagem acima foi captada nesse seguimento do espectro por dois telescópios do projeto 2MASS, instalados em Monte Hopkins, no Arizona e próximo a La Serena, no Chile. Na cena, o centro da Galáxia aparece em tons brilhante no canto inferior esquerdo da foto, enquanto o plano da galáxia, no qual nosso Sol orbita, é visto na forma de uma faixa diagonal escurecida, composta de poeira cósmica criada nas atmosferas de estrelas gigantes vermelhas.

Buraco Negro
No centro da Galáxia existe uma intensa fonte de emissão eletromagnética, chamada Sagitarius A e até poucos anos atrás sua observação só era possível através de radiotelescópios. No entanto, à medida que os detectores infravermelhos foram aprimorados, os cientistas passaram a enxergar diretamente o núcleo, observando Sagitarius A através da poeira. Com isso puderam realizar medições individuais de estrelas localizadas no centro da Galáxia, seja através de imagens diretas ou técnicas de espectroscopia.

Na década de 1990, dois astrônomos alemães chamados Eckart e Genze realizaram medições em mais de 200 estrelas daquela região e concluíram que a densidade central do núcleo galáctico era muito mais alta que a de algum aglomerado estelar. A atração gravitacional era tão intensa que os pesquisadores deduziram que a única possibilidade para tamanha atração era a existência de um buraco negro supermassivo no centro da Galáxia - Sagitarius A - estimado em 2.6^10.6 massas solares.

 

Descoberta a estrela de MAIOR massa do Universo

 

Maior estrela do Universo

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Combinando medições feitas por instrumentos do Very Large Telescope do ESO (Observatório Europeu do Sul), astrônomos descobriram as estrelas de maior massa conhecidas até hoje, inclusive aquela que agora merece o título de "maior estrela do Universo" quando o critério é a massa, e não o diâmetro.

Chamada pelos cientistas, na falta de hiperlativos, de "estrela hipergigante", ela tem mais de 300 vezes a massa do Sol - isto é duas vezes mais do que os astrônomos acreditavam até hoje ser o tamanho máximo de uma estrela, que se calculava ser de 150 massas solares.

A existência dessas estrelas monstruosas - milhões de vezes mais luminosas do que o Sol, e que perdem massa através de poderosos ventos estelares - reabre a questão, mas também poderá ajudar a responder a pergunta "Qual é o tamanho máximo que uma estrela pode ter?" Por enquanto, elas podem ser tão grandes quanto a mais pesada que pudemos encontrar.

A R136a1 não é apenas a estrela de maior massa já encontrada, mas é também a que apresenta a maior luminosidade, sendo cerca de 10 milhões de vezes mais brilhante do que o Sol.

"Devido à raridade de tais objetos, penso que será bastante improvável que este novo recorde seja batido rapidamente," diz Paul Crowther, da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, que chefiou a equipe que fez a descoberta.

A menor estrela que se conhece até os dias de hoje

Já estou cansada de falar de grandeza, agora vamos falar um pouco sobre astros em miniaturas? Olha um grande pequeno exemplo de estrela em miniatura:

Uma equipe internacional de astrónomos determinou com precisão, utilizando o VLT (ESO), o raio e a massa da menor estrela que se conhece. A pequena estrela, OGLE-TR-122b, tem 96 vezes a massa do planeta Júpiter, mas o seu diâmetro é apenas 16% maior do que o do planeta gigante. OGLE-TR-122b pertence a um sistema binário e o seu trânsito faz com que o brilho da estrela principal, OGLE-TR-122, diminua 1,5% em cada 7,3 dias. É a primeira vez que observações directas demonstram que estrelas com massa inferior a um décimo da massa do Sol são quase do tamanho dos planetas gigantes. As observações com o VLT levaram ainda à descoberta de sete novos sistemas binários eclipsantes, que albergam estrelas com massas inferiores a um terço da massa do Sol.